Ele chorava
Suas lágrimas eram amargas e cruas
E seu braço gesticulava
Apontava para um lugar sem direção
Os dentes tremiam
E a cabeça, quente, latejava
As pernas dobravam-se
E os dedos da mão, agora, tomavam sentido
Destino? Sua face, seus olhos, sua cegueira
E ele dizia com a boca cheia e vermelha: -“o amor é cego”
:: dessa loucura não quero pouco ::
06 junho, 2009
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